terça-feira, 23 de julho de 2019

EM TEMPO



MALDAIDS
 

Me disse uma fonte que não entende porque nada se faz contra dois pedófilos que agem na Cidade Nova 5, em Ananindeua (PA). Um deles, segundo a fonte, esta com AIDS. Vou acabar dando nome aos bois. 

PIPA DA MORTE 


Na Cidade Nova (Ananindeua-PA)​ diariamente motoqueiros são atingidos, alguns com gravidades, pela famosa linha "chilena", fabricada e vendida na invasão do EMOPS por traficantes, e que se torna uma arma não mão dos que a usam. Aliás, quem usa isso, na verdade é tão bandido quanto quem vende, e o pior, a maioria adolescentes, protótipos de homicidas a serviço do mal. Como no Pará o desgoverno nada faz, não demora muito teremos as primeiras mortes. 

SORVETERIA HOMOFOBICA

Uma sorveteria paraense se envolveu em polêmicas após rebater a solicitação de um internauta que denunciava o comentário homofóbico de uma funcionária da empresa nas redes sociais.




Após a denúncia, empresa dispara: "Vá procurar o que fazer que é melhor" (Reprodução/Facebook)










Na publicação, o internauta anexa prints de uma sequência de comentários e, em outro momento, uma conversa com a própria sorveteria. O primeiro trata de um posicionamento da suposta funcionária, que afirma: “Deus fez homem e mulher cada qual com seu sexo. Nada de gay e nem de lésbicas. Faça-me o favor” e prossegue, “Se acharem que está certo de ser gay ou lésbica, estará fazendo a vontade do diabo. Por que não respeita a Deus?”, questiona.
 
Tão logo os prints caíram na rede, a repercussão negativa foi imediata e a sorveteria, localizada no bairro Parque Verde, começou a ser alvo de boicotes e comentários negativos.
 
“Não sou do Pará, mas faço questão de reforçar aos meus contatos e espalhar aos quatro ventos que não usufruam dos produtos de vcs... Nota oficial agora é tarde mais. Vão aprender a valorizar o pink money na raça!”, comentou uma internauta.




Nota de posicionamento da empresa emitida nas redes Reprodução/Facebook
Em nota publicada na manhã desta segunda-feira (22), a empresa diz que reconhece o erro e pede desculpas “a qualquer um que tenha se sentido ofendido por um comentário feito em rede social da empresa”. É ressaltado que a opinião da funcionária “não corresponde com a filosofia” deles e ressalta que não é possível “controlar” o que é dito por eles. Seguem dizendo que tomaram providências para que “nunca volte a ocorrer”.
A publicação, no entanto, não agradou a maioria. Um internauta questiona a empresa e dispara que nada foi dito, de fato. A empresa, então, esclarece: “ela [a funcionária] foi demitida”. “Ela tinha acesso como editora. Apenas isso. Isso não lhe dava o direito de responder em nome da empresa”, conclui.

Uma fonte nos informou que a funcionária demitida fazia parte da empresa Evangelho Quadrangular Laberadas Folgosas, localizada em um terreno da prefeitura de Ananindeua, onde deveria ser construido um hospital e foi cedido para pelo então prefeito e hoje governador, Helder Barbalho, para construção do templo onde a mesma funciona.