domingo, 21 de junho de 2015

ESCOTISMO NO PARÁ UMA VERGONHA! (Parte I)

Se o compromisso com a verdade é questão de honra para o escoteiro como fica quando chefes do movimento, que deveriam ser exemplos de respeito a Promessa e a Lei Escoteira, faltam a verdade ou acobertam os que no seu meio assim agem?

A RESOLUÇÃO N.º 03/2008 que altera o Regime Disciplinar da União dos Escoteiros do Brasil é bem clara com relação à palavra empenhada em seu Artigo 9°, I:     
                                                                
"Art. 9° - São passíveis de “Advertência” as seguintes condutas, dentre outras, desde que não se justifique a imposição de penalidade mais grave:
I. Descumprimento da palavra empenhada;"

O presidente da UEB/PA, comandante Alan, é um mentiroso nato, principalmente quando trata de assuntos que lhe são de interesse ou que venham a atingir seus objetivos escusos.

Os chefes escoteiros e toda direção regional da UEB/PA sabem disso e se omitem, deixando-o a vontade para praticar todos os desmandos que vem praticando, inclusive os que afrontam as Leis, pois é contumaz na pratica de ilicitudes penais.

Todos se calam e, com essa atitude vergonhosa, se tornam um péssimo exemplo para os membros juvenis do ME que moldam suas atitudes nos exemplos dados por seus chefes.

Com isso o escotismo no Pará a muito se tornou uma instituição falida, sem ética e moral, onde os mais escusos interesses permeiam sobre a palavra empenhada, onde a Lei que prevalece é a da mentira que se  soma a praticas vergonhosas e imorais que fazem parte do cotidiano desse movimento em nosso Estado.

Vamos mostrar aqui, de forma clara e objetiva, toda essa podridão que existe no movimento escoteiro paraense, que não vem de hoje, para que as pessoas de bem, e os pais desses adolescentes que fazem parte do ME, retire-os o mais depressa possível do meio desse antro de podridão e imoralidade.

(Robert Baden-Powell)




Nenhum comentário: