Parece que a única solução para o presidente da RE/PA é a
renúncia e isso seria uma das opções para tentar se chegar a um consenso que
evitasse o desgaste que ações judiciais e inquéritos policiais vêm causando ao
ME no Pará.
Antes arredia a essa possibilidade, hoje a UEB/DEN começa a
aceitar a renuncia do comandante Alan como a única saída para evitar com que o
escotismo no Pará imploda.
Segundo uma fonte ligada ao CAN, uma comissão de alto nível,
está prestes a desembarcar em Belém, com a missão de convencer o presidente da
RE renunciar, abrindo espaço para uma nova eleição para DR ainda este ano. Essa
comissão também manterá reuniões com o grupo opositor que vem fazendo uma
campanha acirrada contra o comandante Alan e sua corte.
Essa comissão seria composta por um membro da DEN e um do
CAN, o assessor jurídico da UEB e o presidente de uma região escoteira.
Tentar uma solução negociada para crise que se abateu na
RE/PA evitaria uma intervenção, o que poderia levar a desdobramentos nos
tribunais, o que a DEN e o CAN, não desejam.
A fonte afirma que a tarefa mais difícil para a comissão
será conversar conosco, pois está certa que dificilmente haverá acordo depois
das agressões morais que nos foi feita.
Outra situação que poderá ser de difícil entendimento é
sentarem na mesma mesa com o chefe Adonai, a maior vitima desse embate, já que
esse sempre sem manteve distante dessa briga, e no final acabou sendo atingido
pelos estilhaços.
O fracasso do AREPA assustou a DEN, que está preocupada com
os reflexos negativos que tal fato pode causar para realização do 3º EDEN.
Outro fator é a atual crise política e econômica que vive o País, e que terá
seus desdobramentos entre agosto e setembro próximos.
Negociar uma saída para essa crise, que já alcançou
repercussão no ME a nível nacional, é a única solução para UEB/DEN, evitando
assim uma debandada geral entre os poucos grupos que ainda fazem parte da
RE/PA, rumo aos tradicionais. Aliás, se alguns chefes ainda se mantêm no âmbito
da UEB, é porque temos pedido aos mesmos um pouco mais de tempo para que
possamos salvar o que ainda resta do escotismo no Pará.

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