A reportagem exige do repórter peito aberto, espírito aberto, fidalguia, sensibilidade, seriedade, porque ele nunca sabe o que vai encontrar no seu trajeto de pesquisa, de investigação. Há que ter um espírito aventureiro! Um espírito aberto para o outro, para o diferente. Não fugir do seu compromisso com a Liberdade, com a Democracia, com a Paz, com os Direitos Humanos, dos Animais, com a preservação do Meio Ambiente, com a Justiça Social. Parafraseando Euclides da Cunha, o repórter é acima de tudo um idealista, um humanista.

Nenhum comentário:
Postar um comentário