Aderir
a um partido político é um ato livre, que deve ser consciente e, como tal, um
ato responsável. Sair de um partido político é fácil e não tem custos.
Manter-se militante de um partido político implica disponibilidade de
participação cívica e capacidade de entendimento do
que é uma organização humana, produtora de ideias e projetos, e de preparação e
escolha de gestores de poder.
Não me parece, por isso, que fazer
parte de um partido político seja algo de transcendente ou limitativo do que
quer que seja, ainda que perceba – e como eu percebo – que é muitas vezes
difícil suportar determinados atropelos aos valores, princípios e práticas que
suscitaram a adesão partidária.
De qualquer modo a questão fundamental está no entendimento superior de que um partido político deve implicar a participação leal numa “comunidade moral” e quando se entende que não é possível integrar essa mesma comunidade então só há um caminho: sair.
De qualquer modo a questão fundamental está no entendimento superior de que um partido político deve implicar a participação leal numa “comunidade moral” e quando se entende que não é possível integrar essa mesma comunidade então só há um caminho: sair.
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