quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ESCOTISMO NO PARÁ ESTÁ SUBMERSO EM UM MAR DE LAMA

"Lobinho Alan", mais conhecido como "Alanita Bitoca" 

Estamos à frente de uma luta contra indivíduos que se apropriaram da direção da União dos Escoteiros do Brasil, Região do Pará, e estão usando a mesma de forma contrária a tudo que se ensina no método educacional escoteiro e enlameando o bom nome dessa instituição centenária.

O ex-presidente regional, o “lobinho” Alan Assunção de Paula, que renunciou em ao cargo em 18/06/2013, só não passando o mesmo para seu sucessor, é contumaz na prática de ilicitudes penais, entre essas o porte de arma de fogo, com numeração raspada, conforme flagrante feito por um policial rodoviário federal em 21/03/2007, quando se encontrava dentro de um veículo estacionado na rua que leva ao cemitério Recanto da Saudade na BR 316 na companhia de um mancebo emberbe, em atitudes sexuais suspeitas. Conduzido para Seccional de Marituba, foi autuado em flagrante delito pela DPC Luciana Bico da Silveira Bichara.

O processo foi encaminhado a Justiça e posteriormente arquivado pelo fato das testemunhas de acusação, no caso os policiais rodoviários federais, não terem sido localizados por motivo de transferência para outro Estado.

Em 24/03/2013 o “lobinho” Alan se elege presidente da Região Escoteira do Pará, tendo daí pra frente iniciado uma série de desmandos e praticado diversos atos criminosos, dos quais destacamos exposição de criança a  constrangimento, perigo a vida e a saúde da mesma, estelionato, peculato e outros mais graves ainda, tudo em fase de apuração pelo Ministério Público e a Polícia.

O que mais se estranha é o silencio dos que poderiam tomar uma atitude no sentido de afastar “lobinho” Alan do cargo que exerce, no caso a direção nacional da UEB, que, no entanto, se mantém omissa diante das graves irregularidades que ocorrem em sua filial paraense.

Uma omissão que chega a ser suspeita, pois segundo se comenta nos bastidores, o ex-presidente do ME no Pará, possui alguns amigos em cargos de direção na UEB, e que usam de suas posições para acobertar as práticas criminosas do mesmo.

O “lobinho”, que também se apresenta como comandante da Marinha de Guerra do Brasil e policial civil, não age sozinho, e tem como parceiros os escoteiros Miguel Ney, Maria José e Hilton Kayan, todos cúmplices em suas maracutaias. Uma quadrilha no comando do escotismo paraense.

Comandante Alan e seu quepe
da Marinha

(continua)

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